Segundo as pesquisas eleitorais, que não sei até que ponto manipula os números, estamos caminhando para um segundo turno entre Bolsonaro e Haddad.
O outro candidato, o tal de Haddad, que não conseguiu nem se reeleger quando foi prefeito da maior cidade do país, é manipulado por um presidiário. Foi indicado e apoia sua campanha numa pessoa que foi condenada e se encontra presa cumprindo pena.
A gente sabe que o crime organizado elege vereadores, prefeitos, deputados estaduais, talvez até governadores. Mas talvez, agora, o Presidente da República seja definido de dentro da prisão. Será que a gente vai poder reclamar da violência?
O eleitorado do PT, esse não tem jeito mesmo, não se importa com a moralidade. Desde que vislumbre algum ganho, pouco importa com a conduta do político, nem mesmo que já comece o mandato sendo investigado por corrupção e lavagem de dinheiro.
Lamentável é constatar que grande parte da população vai proporcionar o risco do País amargar, no mínimo, mais quatro anos de incompetência, roubalheira e desvalorização, por votar em candidatos em branco, nulo ou em outros candidatos.
Em vez de cometer o mesmo erro, prefiro arriscar um caminho diferente.